foto da net
Temos os blogues onde tratamos de culinária, de desporto, jardinagem, arte, música, literatura e por aí fora. Sentimos a opinião de quem nos “segue” .
Nunca estamos sós. Com os telemóveis chamamos os bombeiros, uma ambulância, conversamos quer estejamos dentro ou fora de casa, na rua ou no quintal. Já não se guardam fotos em álbuns que se tornaram uma antiguidade. Transportam-se connosco para onde quer que se vá, assim como livros, jornais, revistas sem pesarem nem fazerem volume no saco de viagem.
Mas há sempre o reverso da medalha.
Com o uso e abuso deste modo de comunicar, fica o receio de que possa perder-se o doce contacto
pessoal e familiar entre pais e filhos, marido e mulher, irmãos, amizades e se
vá esquecendo “como é doce a tua voz”.
Esperemos que esta geração de jovens adolescentes , pequenos
seres protegidos e amados pela família, se lembrem sempre como se escreve com um lápis, como fazer
cálculos mentais e, principalmente, de como é agradável dar um abraço, ouvir e
dizer: AMO-TE!
Fica o apelo: Não se esqueçam de conversar como beijam: com
a boca.