quarta-feira, 30 de maio de 2012

TÚLIPA????







Pela montanha me passeei. Estevas e rosmaninho me acompanhavam e perfumavam o meu caminho.
Pequeninos malmequeres brancos como a neve que no inverno cobre aqueles campos, saudavam-me e eu retribuia com um OLÁ de visitante mais habituada ao mar que ao campo. A maior parte da vegetação e arvoredo que ia encontrando, não habita a minha zona, normalmente, batida pelos ventos salitrosos deste oceano que nos rodeia.

Por entre o verde, só e isolada, esta linda flor rosa, ereta e vaidosa no seu caule firme e delgado, mostrou-se em três exemplares.Não lhe conheço o nome mas achei-a parecida com uma peónia. Informaram-me que também há na cor lilás e branca.Com qualquer colorido é bela, certamente. .  

Seria bom que fosse preservada e não estivesse, como a nossa rosa albardeira, em vias de extinção.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

CARISSA



A carissa macrocarpa é um arbusto oriundo da África do Sul, mais propriamente, da região costeira do Nata, que suporta bem a salinidade do solo e do ar maritimo da zona onde habito.
 O meu exemplar, todos os anos floresce com lindas e pequenas flores brancas que perfumam agradavelmente o espaço envolvente e, a partir de Maio, enfeita-se com brilhantes frutos vermelhos de forma oval que, quando devidamente amadurecidos, são colhidos e apreciados por todos cá em casa.
 Podo-a só o necessário, para lhe dar o aspeto que desejo, de acordo com o local onde se encontra.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Primeiro dia do mês de Maio



O Jardim criou vida com as gincanas infantis e  as habilidades dos petanqueiros.

As nuvens, em grupo ou isoladas, pareciam divertir-se com as brincadeiras de pequenos e graúdos.Ora apareciam densas e grossas brincando ao escnde esconde com o sol, ora desapareciam por completo deixando que o astro rei mostrasse a sua força aquecendo a criançada que se movimentava em grandes correrias. As árvores exerciam o seu papel protetor sombreando os bancos de madeira onde as mães se encontravam como espectadoras atentas e cuidadosas prontas a socorrerem a sua prole em caso de qualquer trambolhão.
Ao fundo, o mar refletindo o azul do céu, espraiava-se, preguiçosamente, na areia da praia esperando que algum ousado atleta se atrevesse ao mergulho da tarde.

Foi, assim, no Jardim de todos nós, em dia feriado já passado.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Cada um é como é






Esta foi a minha colaboração para o desafio desta semana no PPP - Fotografando as palavras dos outros, sob o poema de Alberto Caeiro.
 "Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem, cada um é como é."

Um por de sol no final do dia  que antecede a noite seja ela chuvosa ou não.
Todos os dias isto acontece  mas nem sempre podemos observar esta beleza. Apesar dele, sol, ser o rei do nosso sistema solar. a sua visibilidade é condicionada pelas diáfanas, fofas e voláteis nuvens.  Todos existem, todos são necessários e cada um é como é nesta vivência do dia a dia.

Poderão ver muitas mais fotos sobre o mesmo assunto aqui

domingo, 15 de abril de 2012

Ervas do jardim












Todos os anos, com a chegada da primavera. ela também chega. Irrompe por entre as pedras do canteiro; sem adubos nem regas floresce, cresce e expande as suas guias ciando umas lindas flores azuis.
Conheço-a como erva anjinho. Deve ter o seu nome próprio mas ainda não consegui identificá-lo .
Aparece em todas as pequenas fendas dos muros.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Pelos caminhos de Sagres

Os pampilhos maritimos bordejam os caminhos tornando o nosso passeio bem colorido com as suas pequenas flores amarelas.
Também as estevas, estas de finas pétalas todas brancas, formando pequenas moitas, baixas, pois o vento não as deixa crescer, acompanham-nos nas nossas deambulações por estes campos áridos, mas floridos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Flores azuis em cama verde




Junto ao empedrado do passeio, num terreno bravio, inculto e pedregoso, encontrei este belo conjunto fresco e viçoso. Não sei o seu nome mas, não interessa,  porque não vou estudá-lo nem catalogá-lo. Admiro, sim, a sua força de sobrevivência, nascido ali no meio de nada, recebendo beijos do ar salitroso, bafos do poluente CO2 atirados pelo trânsito automóvel que diariamente por ele passa, sem nele reparar, as "regas" ocasonais dos amigos de quatro patas, Lulus e Tótós.
Apesar de tudo isto, este exemplar da flora vivaz da minha região mantèm-se bonito e oferece a quem nele repara o encanto das suas pequenas flores azuis e o verde refrescante das suas folhas.

Na estrada real, na descida para o porto de mar, aqui, perto de mim.