sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Como se chamará?

Este arbusto Com estas flores
e com ests frutos
oferece-me, nesta altura do ano, toda a sua beleza e o prazer de poder saborear os seus lindos frutos vermelhos que têm sementes castanhas no seu interior. Devo esclarecer que a sua beleza é protegida por espinhos que possui nos seus caules.
Algum dos meus amigos pode ajudar-me dizendo o nome deste arbusto que mede mais ou menos
um metro, metro e meio.
Para todos, desde já, o meu agradecimento.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

VIII Agro-Expo da Vila do Bispo

A todos os amigos que tiveram a amabilidade de me visitar neste stand, no decorrer da VIII AgroExpo, no meu concelho, aqui deixo expresso o meu MUITO OBRIGADA!

Na frente do meu espaço, encontrava-se este artesão fazendo cestos, como os que se vêem mais atrás.
Abençoadas mãos que sabem tecer peças bonitas e ainda úteis para o nosso dia-a-dia.
As crianças ficavam maravilhadas a vê-lo trabalhar e todas recebiam um pequeno molho do vime utilizado. A ele, também, o meu agradecimento pela sua presença.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Ainda as férias

Jogar à bola, com cambalhotas à mistura para mostrar a alegria do golo, fazia parte da diária destas férias.






Outros andavam a cavalo



e outros andavam no rebusco da amêndoa

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Doces

O outono está a chegar e os seus frutos já se vão apresentando prontos para a colheita.
Estes estão quase prontos para a marmelada.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

O Stress do Verão


Somos um PAÍS de marinheiros, de agricultores, de pescadores, de poetas realistas e de poetas NEFELIBATAS, de gente simpática, acolhedora e acomodada vivendo normalmente no OSTRACISMO de quem se encontra geograficamente situado na ponta mais ocidental deste velho continente, com o mar como vizinho.

Por esta altura do ano, nós, habitantes do sul, vemo-nos INUNDAR por uma onda de gente que chega “a todo o VAPOR”, de automóvel, de comboio, de bicicleta, de pé descalço e mochila às costas, mas todos mostrando no rosto o “stress” habitual de quem vive nos grandes centros urbanos. Se os olharmos com alguma atenção poderemos vê-los tão enrolados sobre si próprios, tão apertados pelo seus problemas, sem ponta por onde lhes pegar, que até nos parecem o CASULO dos bichos da seda.

Nos primeiros dias andam num MOVIMENTO constante por este espaço, anteriormente tão sossegado, que nem se sentam para tomar uma “bica” ou um refresco, tal é a agitação desta gente da cidade.
Sòmente, à noite, ao LUAR, será possível vê-los numa calma CONVERSA, deitados na praia, na horizontal a olhar o firmamento ou de pé, na VERTICAL, junto ao balcão dum calmo bar, possivelmente, a discutir os infindáveis VARIÁVEIS desta crise que nos atormenta
É assim o INFERNO do verão!




Este foi o artigo escrito para o 5º jogo das 12 palavras que será publicado no livro a sair brevemente, intitulado "22 Olhares sobre 12 Palavras" .
Mais textos poderão ser lidos aqui.

Com imagens tiradas da net

terça-feira, 29 de julho de 2008

A PITEIRA






Vigorosa e altaneira ergue os seus braços fortes e espinhosos ao céu. Alguns já cansados, talvez de implorarem um pouco de chuva, vergam-se para a terra oferecendo a humidade que, nas noites frescas desta terra quase africana, se forma sobre si.

Com este seu porte vigoroso, robusto e singelo, ela oferece-me a beleza da força de quem não necessita mais do que um bocadinho de terra para se desenvolver e embelezar um espaço mais agreste.

domingo, 13 de julho de 2008

Momentos Mágicos





Vinda do fundo do nosso sentir, creio que TODOS NÓS, em determinado momento, somos tocados por uma sensação estranha que nos faz ver as coisas duma maneira especial e diferente. Até alguns objectos que sempre estiveram no mesmo lugar mas que naquele momento, naquela hora especial, aparecem-nos como se fossem algo extraordinário que nunca tivéssemos observado.
Há instantes do meu dia-a-dia em que sinto que o meu viver é qualquer coisa especial e a vida uma dádiva tão importante, que sou incapaz de colher uma flor ou aniquilar um insecto mesmo que esteja a molestar-me.
Passei há dias por uma azinhaga, trajecto habitual nas minhas caminhadas, quando me senti atraída por uma cor amarela que tinha ficado para trás e me estava a chamar a atenção.


Uma piteira que tinha nascido por ali, cresceu, desenvolveu-se e floriu sem que eu me apercebesse da sua existência. Porém, naquela exacta fracção de tempo em que eu, mais uma vez, por ali passava, a planta desenvolveu um magnetismo tal, como se sinos tocassem em uníssono para despertar a minha atenção em letargia colocada, e os meus sentidos vibraram e obrigaram-me a um recuo para a admirar, tal tinha sido a sua vontade.
Por acaso, levava comigo, a máquina que me deixou captar estas imagens.
Deixo-vos, então, com a beleza das flores desta piteira que soube tocar a minha sensibilidade para a fotografar e, assim, poder dá-la a conhecer a este mundo fantástico da blogoesfera.


Em breve, os frutos espinhosos, irão deliciar algum caminhante que se atreva a colhê-los.