As amendoeiras, simbolo desta terra algarvia, de lendas e mouras encantadas, estão em flor. Creio que vai ser um ano de fartura de amendoas pois, as árvores apresentam-se como estão nesta foto, carregadas de belas flores branco-rosado.quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Flores da minha terra
As amendoeiras, simbolo desta terra algarvia, de lendas e mouras encantadas, estão em flor. Creio que vai ser um ano de fartura de amendoas pois, as árvores apresentam-se como estão nesta foto, carregadas de belas flores branco-rosado.quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
X Mostra de Artistas


Continua patente ao público a X Mostra dos Artistas do Concelho de Vila do Bispo, no Centro Cultural.
No próximo sábado vai dar-se início à exposição de:
Linhas e Pontos Tradicionais
Artes e Decoraçãoque estará visível até 15 de Março.
Depois seguir-se-á Fotografia de 21 de Março a 12 de Abril
Pintura e Escultura em madeira de 18 de Abril a 3 de Maio.
Com o belo sol que já começou a visitar-nos proporcionando-nos dias com óptima temperatura, não faltarão motivos para vir até ao concelho de Vila do Bispo.
Deixo-vos com algumas fotos do início desta Mostra, com quadros a óleo, acrilicos, aguarelas e pintura em seda, que terminou no passado domingo.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
O Nosso Mar

foto de Benó
Os Caminhos do Mar
É nos caminhos do mar, na estrutura mutante
Do seu programa de memórias, de murmúrios
É no testemunho da transparência das águas
Na sua dimensão ecuménica, admirável
De unir o sangue e os bálsamos apetecíveis
Que nos banhamos numa vertigem de ludíbrios
Trazendo as neblinas e o cheiro forte da luz
De meridianos horizontes, uma voz bilingue
Para as apetências da plenitude, do equilibrio
Instável da nossa instante tranquilidade.
E é pelo mar que nos vinculamos à terra
Que entendemos o cheiro acre da terra
E seus crisântemos repletos de inocências
Para o reanimar do nosso berço anfíbio
Do seu programa de memórias, de murmúrios
É no testemunho da transparência das águas
Na sua dimensão ecuménica, admirável
De unir o sangue e os bálsamos apetecíveis
Que nos banhamos numa vertigem de ludíbrios
Trazendo as neblinas e o cheiro forte da luz
De meridianos horizontes, uma voz bilingue
Para as apetências da plenitude, do equilibrio
Instável da nossa instante tranquilidade.
E é pelo mar que nos vinculamos à terra
Que entendemos o cheiro acre da terra
E seus crisântemos repletos de inocências
Para o reanimar do nosso berço anfíbio
A praia onde havemos de viver e morrer
poema retirado do livro "Itinerário"
de Vieira Calado cuja leitura nos conduz por itinerários de grande encanto.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
ERA UMA VEZ

Temos novamente palavras difíceis e vou ter de andar à DERIVA até encontrar maneira de as aplicar.
Bem, cá vou eu com PAIXÃO, sim, porque isto de todos os meses escrever um texto com palavras obrigatórias é, além disso, um AUTENTICO desafio à imaginação das pessoas.
Respiro fundo, sento-me à secretária e com um lápis na mão e uma folha de papel na minha frente, sinto-me com um NOVO e SUPREMO QUERER e vou escrevendo e aplicando os verbos ou os substantivos ou os adjectivos que me foram indicados por um SINGULAR amigo.
Não é minha intenção escrever uma FÁBULA nem histórias para crianças nem nada que seja ESCAGANIFOBÉTICO mas, sim algo que me faça RENASCER a vontade de criar um texto sem me obrigar a andar num SALSIFRÉ doido a consultar dicionários e gramáticas.
Vou tentar escrever qualquer coisa cujo enredo seja claro, LIMPIDO e sem grandes enredos mas que todos fiquem suspensos da sua leitura.
Assim vou começar:
Era uma vez…….
Assim vou começar:
Era uma vez…….
este foi mais um texto para o 10ºjogo das 12 palavras.
Poderão ler mais participações aqui e, creio que não se vão arrepender.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Flores de Janeiro

Estas são as flores do meu Janeiro.
Sim, porque em Janeiro não há só rosas, também temos violetas, crocus, esterlicias, malvas brancas.
O próximo Fevereiro talvez não seja tão benemérito; aqui
costumam soprar uns ventos muito agrestes que queimam favas, ervilhas, batatas....
Veremos!
domingo, 25 de janeiro de 2009
Um Passeio de Domingo
A manhã chegou sorridente e ensolarada, deixando para trás uma noite agradável deste Inverno tão cinzento.Parecia não estar a ventania prevista pela meteorologia. E não estava.
Com o Sol já bem alto e desperto, quis ir até ao Cabo de S.Vicente, local dos deuses mas onde o vento tem a sua morada.
Aí, sim! A ventania soprava forte e para conseguir segurar a máquina fotográfica, fui obrigada a uma posição de pé à frente e outro atrás.
O mar estava picadinho, mas as vagas não pareciam os castelos alterosos de espuma que o vento fazia crer; talvez casinhas pequenas caiadas de branco que se desmoronavam com algum estrondo, no encontro com a falésia.

Já de regresso, parei para ver a praia de Beliche que fica numa enseada abrigada e protegida das ventanias pelo rochedo do Cabo. Aí, o areal era lambido por pequenas ondas dengosas, atrevidas mas sem imporem respeito; havia calmaria de Inverno.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Mau Tempo

“Pelo S.Vicente ou atrás ou à frente”
Nesta terra de mouras encantadas e onde se espera a vinda de D.Sebastião, num dia de nevoeiro, o Inverno é, normalmente, uma estação agradável com temperaturas amenas, sem vento e sem grandes oscilações térmicas. A temperatura mínina não desce muito e a máxima está quase sempre entre os 18 e os 15º C., o que não tem acontecido este ano.
O dia de S.Vicente, padroeiro do Concelho, é celebrado no dia 22 deste mês. Mas, dizem os antigos, que há sempre vendaval por estas datas.
Daí o ditado: “Pelo S.Vicente ou atrás ou à frente”.
No entanto, este ano, tem feito mau tempo, antes, durante e depois. A tradição já não é o que era.
O Farol do Cabo de S.Vicente está envolto em nevoeiro, mas não me parece que o D.Sebastião apareça e o mau tempo não me permite dar os meus longos passeios na esperança de ver as mouras encantadas.
Assim, vou captando algumas imagens dos terrenos ensopados por uma chuva miudinha que molha, é verdade, mas não chega para encher as barragens.
Nesta terra de mouras encantadas e onde se espera a vinda de D.Sebastião, num dia de nevoeiro, o Inverno é, normalmente, uma estação agradável com temperaturas amenas, sem vento e sem grandes oscilações térmicas. A temperatura mínina não desce muito e a máxima está quase sempre entre os 18 e os 15º C., o que não tem acontecido este ano.
O dia de S.Vicente, padroeiro do Concelho, é celebrado no dia 22 deste mês. Mas, dizem os antigos, que há sempre vendaval por estas datas.
Daí o ditado: “Pelo S.Vicente ou atrás ou à frente”.
No entanto, este ano, tem feito mau tempo, antes, durante e depois. A tradição já não é o que era.
O Farol do Cabo de S.Vicente está envolto em nevoeiro, mas não me parece que o D.Sebastião apareça e o mau tempo não me permite dar os meus longos passeios na esperança de ver as mouras encantadas.
Assim, vou captando algumas imagens dos terrenos ensopados por uma chuva miudinha que molha, é verdade, mas não chega para encher as barragens.

barragem da Bravura
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