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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Erva-dos-burros


Andei a tentar saber porque razão este planta com esta flor tão bonita, se chama erva-dos-burros, (enoteráceas). Não encontrei nos alfarrábios nem nos meus conhecimentos pessoais.
Tenho-a no meu jardim, é bienal e desabrocha no principio do verão.
No meu livro de plantas aromáticas pode ler-se:
"é uma planta digna de ser vista num jardim banhado pelo luar; as suas flores amarelo-claras soltam a carapuça que as cobre à luz do crepúsculo e abrem-se para a lua. à medida que a estação vai avançando, as flores ficam, abertas todo o dia".
Eu acrescentarei que a planta, até o outono, está sempre florida porque há uma constante renovação das suas flores.
As sementes são muito miudinhas e não é necessária nenhuma cuidadosa sementeira para termos todos os anos, estas lindas flores douradas, a embelezar as noites nos nossos jardins.
Em Agosto, no meu jardim enluarado, pois como diz o velho ditado "luar de Agosto dá-lhe no rosto", tenho, todos os anos, o prazer de, em boa companhia, tomar um refresco e deliciar-me com a cantoria estridente dos ralos e a visão do dourado destas lindas flores amarelas.
Adoro viver!

Bicicleta florida



Esta linda bicicleta foi oferecida por momentos .Como adoro flores, aceitei com gosto e de bom grado também a ofereço a todos os meus amigos que gostem destas coisas.


Divirtam-se e Sejam Felizes!

quinta-feira, 20 de março de 2008

DESPEDIDA



Como não vou estar disponível, por estes dias, resolvi colocar esta mensagem antecipada de 24 horas mas, mesmo assim, apropriada ao dia de hoje, pelo menos aqui pelo Algarve.


Aproveito para desejar, a todos, um bom fim de semana com uma mesa repleta de coisinhas doces.






Despediu-se!


Foi embora!


Disse adeus.

Do céu caíam grossas lágrimas, as nuvens cinzentas acumulavam-se tristes por esta partida e, ouvia-se ao longe, o som dos anjos a jogar à bola.



Tive pena, também, por vê-lo partir mas, compreendi que assim tinha de ser, estava estipulado pelo calendário e pelos desígnios astrais.


É obrigatório ir nesta data.


Voltaremos a estar juntos lá para o final do ano; daremos longos passeios à beira-mar e junto ao calor da lareira teremos o mesmo livro no regaço.


Despedimo-nos até Dezembro!




É chegada a PRIMAVERA!!

sábado, 15 de março de 2008





Numa calma tarde desta primavera que, a medo, se vai instalando entre nós, resolvi ir ver como estavam as flores campestres caminhando, principalmente, pela estrada que nos leva ao Cabo de S.Vicente, onde poderia encontrar a flora autóctona desta região.
Fiquei deslumbrada! Vi o rosmaninho todo florido, embora pequeno, rasteiro, que o vento não o deixa crescer muito; goelas de lobo silvestres (coelhinhos) ,que são raras;

o chorão que se está a tornar uma invasora , com a sua flor amarela e tantas outras. Mais, na zona urbana, encantei-me com as papoulas, os malmequeres,a borragem e as flores das malvas,

além da erva azeda que, embora a flor já se encontrasse fechada naquela hora da tarde, não deixava de colorir o espaço que ocupava com o seu amarelo tão bonito.

Foi um belo passeio!

Deixo-vos as fotos e a singeleza da quadra popular:

Papoilas que o vento agita

Não me canso de vos ver

Há lá coisa mais bonita

Que ser simples sem saber.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Urtigas



Hoje, nas horas dedicadas à jardinagem, estive a apanhar urtigas.

Claro que protegi as mãos com umas luvas de pano grosso pois, se assim não o fizesse, pareceria que estava a martirizar-me e eu não tenho nada espirito de mártir.

Assim, pus as luvas para evitar que os pêlos das suas folhas serradas e ponteagudas, me irritassem a pele com aquela secreção irritante que me deixaria uma sensação de queimadura. A propósito, os ingleses preparam com esta erva uma agradável bebida a que chamam "cerveja de urtiga" e, como nem tudo é mau, também, se fizermos uma infusão das suas folhas, podemos tomar como chá digestivo, diurético e adstringente.

Mas, de qualquer maneira, agora só me interessa é apanhar aquelas invasoras selvagens que juntamente com a erva azeda estão a invadir o meu jardim e a retirar à terra os nutrientes necessários ao bom desenvolvimento das minhas flores.